- O parque é fundado em redor de um pólo universitário, com um gradual estabelecimento de empresas na vizinhança deste, até se chegar a um ponto onde passa a existir uma organização encarregue de gerir o espaço, constituída pelas entidades interessadas (Universidade e Empresas). Este tipo de fundação e crescimento "orgânico" foi típico no aparecimento dos PCT nos EUA e noutros países anglo-saxónicos.
- O parque é fundado à partida por uma entidade responsável pela sua gestão, focando-se inicialmente mais na vertente imobiliária, no sentido de atrair para si empresas da sua área de interesse, e só depois tenta atrair um pólo universitário que, caso não consiga uma presença física no parque, estabelece uma ligação com o este.
Em ambos os casos as Universidades são vistas como uma ferramenta fundamental do desenvolvimento do parque, pois são estas que têm vindo, desde a sua origem, a tentar fazer I&D de excelência (e em grande quantidade) e "produzem" os recursos humanos especializados nas áreas específicas das empresas do parque.
As Oficinas de Transferência de Tecnologia das Universidades são centros de valorização de resultados de investigação e de transferência de ideias e conceitos inovadores para o tecido empresarial. No entanto, o alinhamento entre Universidade e o tecido empresarial neste sentido não tem sido o melhor. São muitas as ideias que existem para abordar este tema, mas na nossa investigação encontrámos no "Kuopio Innovation" (PCT da Finlândia) aquela que achamos a melhor representação desta problemática, e que responsabilidades tem o PCT neste assunto.

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